A queda na taxa de juros vem estimulando a busca por investimentos mais rentáveis e ajudando na recuperação econômica

Embora a pandemia da Covid-19 tenha prejudicado significativamente os negócios em geral, a recuperação da economia em “V”, ou seja, de forma muito rápida, vem permitindo bons retornos aos investimentos de risco, com destaque para ações e fundos imobiliários.

 

Num primeiro momento, a pandemia provocou grandes perdas aos investimentos de risco em todo o mundo, mas os estímulos ao crescimento promovidos pelos governos de diversos países, inclusive do Brasil, tanto monetários como fiscais, que injetaram volumes expressivos de recursos  na economia, estão promovendo uma forte recuperação econômica e dos mercados. 

 

Em março, o Ibovespa, principal índice que mede o retorno das ações brasileiras, caiu 29,9 %. Nos meses seguintes, apresentou retorno positivo de: 10,3 % em abril; 8,6 % em maio; 8,8 % em junho e 8,3 % em julho. Em agosto e setembro os retornos ficaram negativos em 3,4% e 4,8 %, respectivamente. 

 

Comportamento parecido teve o IFIX, que mede o retorno dos fundos de investimento imobiliário, que desvalorizou 15,9 % em março, tendo apresentado os seguintes retornos nos meses seguintes: 4,4 % em abril; 1,8 % em maio; 5,9 % em junho; -2,6 % em julho; 1,8 % em agosto e 0,5% em setembro.

 

Num círculo virtuoso, essa busca por investimentos mais rentáveis também estimula a economia com a abertura e expansão de empresas e geração de empregos. Nesse ponto, a bolsa de valores realiza um papel importante ao dar liquidez aos investidores, tornando viáveis novos empreendimentos. 

 

Embora haja preocupações com relação aos impactos fiscais de longo prazo, que poderão fazer as taxas de juros subirem novamente, muitos economistas acreditam que os mercados de risco (ações e imóveis) são também proteção contra a ameaça de inflação. Além disso, no Brasil, há uma âncora fiscal,  que é o teto de gastos constitucionais, que torna mais difícil um descontrole fiscal permanente.

 

Outro ponto positivo é que hoje, com a redução das corretagens, por parte das Corretoras de Valores Mobiliários, pode-se iniciar a formação gradual de uma carteira de investimento, mesmo com pouco dinheiro.

 

No entanto, os inciantes em mercados de bolsa devem procurar se informar bem para reduzir riscos e operar com mais segurança. 

 

No caso particular do mercado de ações, há basicamente duas escolas de análise: a fundamentalista e a técnica, cada qual com bases teóricas específicas. 

 

Esse tema é bem explorado pelo livro “Bolsa de valores sem segredos”, de autoria de Edgar de Sá, que explica o funcionamento do mercado de ações, abordando essas duas escolas e todo o processo de negociação, estratégias envolvidas, custos, tributação, principais ativos e formas de se investir nesse mercado. 

 

Outro livro que aborda o tema investimento, sem se limitar à bolsa de valores, é “Poupe mais e invista melhor”, de autoria de Sérgio Mamede, que explora o tema educação financeira de uma forma mais ampla, mostra como pequenos valores mensais e pequenas diferenças nas taxas de retorno se multiplicam no longo prazo, o conceito da diversificação como forma de mitigar riscos e outros aspectos teóricos sobre investimento, com exemplos práticos aplicados ao Brasil. 

 

Já os investidores interessados em montar suas próprias empresas devem ficar atentos aos riscos envolvidos com franquias. O livro “O lado sombrio do franchising”, de autoria de Alberto Bechelli Morais, discute bem o tema e pode trazer orientações interessantes aos investidores. 

 

Para mais informações sobre os livros aqui citados, basta acessar os links:

 

https://www.lojabarralivros.com/bolsa-de-valores-sem-segredos

 

https://www.lojabarralivros.com/poupe-mais-e-invista-melhor

 

https://www.lojabarralivros.com/o-lado-sombrio-do-franchising

 

 

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