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Convivendo (bem) com a dependência digital


Objetivo do livro:

Este livro traz orientações sobre como convivermos com a dependência digital, de forma a aproveitamos as vantagens que os avanços tecnológicos trouxeram para nossas vidas, minimizando os riscos para nossa saúde física e mental.

Trata-se de leitura recomendada para mães, pais, crianças, adolescentes, educadores, gestores organizacionais, psicólogos, profissionais da saúde e todos que se preocupam em viver com mais qualidade.


Descrição rápida:

Título: Convivendo (bem) com a dependência digital

Autor: Gonçalves, Lucio Lage

Editora: Barra Livros

Assunto: Comunicações digitais - aspectos sociais; tecnologia da informação - aspectos sociais; tecnologia - aspectos de saúde; tecnologia - aspectos psicológicos

Tamanho: 16,0 x 23,0 cm - 150 páginas

Edição – 1ª 2018

ISBN 978-85-64530-66-9


Contracapa


Um bom profissional deve gostar do que faz, ser coerente com o que escreve, justo nas decisões, ético nas atitudes, pontual nos compromissos e comprometido com o trabalho. Lucio tem todas estas qualidades. O gosto pelo tema Dependência Digital nos aproximou, e por afinidade e competência recebeu o convite para tornar-se membro do núcleo Delete - Uso Consciente de Tecnologi@s do Instituto de Psiquiatria (IPUB) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e fazer o seu Doutoramento neste tema.”

Anna Lucia Spear King Psicóloga-Doutora em Saúde Mental - Profa. da Pós-Graduação em Dependência Digital e responsável pelo Delete - Uso Consciente de Tecnologi@s/IPUB/UFRJ. 


“Em 2017, nossa turma do 5º ano desenvolveu um projeto sobre Tecnologia e sua influência na vida das pessoas. Nas pesquisas, os alunos encontraram o livro do autor Lucio Lage sobre a “Dependência Digital” e para se aprofundarem no assunto o convidaram para uma entrevista. A conversa mostrou-se extremamente importante para a compreensão dos jovens sobre o tema. O debate sobre perigos do mundo digital agregou muito ao projeto e no final do ano compartilharam seus conhecimentos e descobertas com toda comunidade escolar.” 

Claudia Stadelmann – Diretora do Centro Internacional de Educação Integrada.


“O Prof. e Pesquisador Lúcio Lage busca estudar o problema em sua obra, que certamente acarretará numa agenda de saúde pública no futuro, à luz da análise comportamental, de forma assertiva e incomum. Contribuirá, certamente, para o vital debate sobre a forma como a atual geração será reconhecida no futuro.” 

Edmilson de Jesus Costa Filho, Doutor em Política Cientifica e Tecnológica (UNICAMP)e Diretor de Formação Profissional - CRA/DF.


“Lucio é um "buscador"! Percebe-se no seu perfil crítico, argumentador, assertivo e ponderado. Conheci seu lado amigo e parceiro em desafios no campo da pesquisa, conduzindo alunos por caminhos exploratórios, para achados consistentes. Suas pesquisas demonstram dedicação e interesse em novas descobertas. Convivendo (bem) com a dependência digital é a sua contribuição para a sociedade brasileira contemporânea.”

Isamir Carvalho, Profa. Drª, Pesquisadora, Palestrante em Gestão do Conhecimento.


“Às vezes perguntamos porque alguns nascem com o dom de ensinar. Nunca entenderemos esse mistério que caracteriza o disciplinado, o curioso, o inquieto, o determinado, o insaciável, o competente Lucio Lage. Seu desejo de conhecimento alimenta alunos, leitores e admiradores. Ele cria caminhos para o aprendizado, para o entendimento, a fim de facilitar a boa convivência nesse novo mundo Digital.”

Sylvio Taveiros 

“Lucio é um curioso por natureza e abriga em sua essência uma busca constante por conhecimento. Tem a natural capacidade de se isolar nos estudos e mergulhar no mundo mágico do saber. O aperfeiçoamento intelectual se tornou sua meta de vida” 

Viviane Cohen – Psicóloga, Administradora Organizacional e Especialista em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial.


Primeira orelha 


Lucio Lage Gonçalves é autor dos livros: Gestão de Mudanças na teoria e na prática e o Método das Gestões de 2014; Mudanças Organizacionais no Brasil: uma perspectiva de Gestores, de 2015 e Dependência Digital: tecnologias transformando pessoas, relacionamentos e organizações, de 2017.


Mestre em Administração, pós-graduado em “Administração Pública”, em “Tecnologia Educacional” e em “Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial”, vem se dedicando à disseminação de conhecimentos sobre Dependência Digital, Gestão de Mudanças, Gestão do Conhecimento e Cenários Organizacionais, por intermédio de consultoria, palestras e docência em cursos de pós-graduação.


É colaborador, desde 2016, do Instituto DELETE – Desintoxicação e Uso Consciente de Tecnologi@s, vinculado ao Instituto de Psiquiatria – IPUB, da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, que vem trabalhando eficazmente no tratamento de usuários abusivos e dependentes das tecnologias digitais. 


Neste livro, além da abordagem teórica preliminar sobre a Dependência Digital, apresenta o conceito da “dosagem permanente” como forma de contrabalançar as características de instantaneidade, alienação virtual, isolamento, distração, nomofobia, dentre outras, para conviver bem com o novo mundo da Era Digital.


Seu e.mail (luciolage@msn.com) está à disposição dos leitores para compartilhamento de experiências, apoio na aplicação do conceito da dosagem e ampliação do debate sobre o tema.  



Segunda orelha


Em Convivendo (bem) com a Dependência Digital, Lucio Lage Gonçalves dá continuidade ao seu livro intitulado Dependência Digital: tecnologias transformando pessoas, relacionamentos e organizações, lançado em 2017. 


Um dos objetivos principais desse trabalho é apresentar mecanismos que permitam ao homem viver em um mundo cada vez mais digital, usufruindo das vantagens destas tecnologias sem tornar-se um autômato ou um dependente digital pelo uso abusivo das mesmas. Para um melhor entendimento por parte do leitor, o autor inicia a obra apresentando alguns aspectos teóricos sobre o tema que facilitarão a compreensão dos conteúdos apresentados.


Oferece orientação aos leitores, inclusive às crianças e adolescentes, sobre a dosagem permanente, novo conceito trazido pelo autor, necessária para a boa manutenção da saúde física e mental concomitantemente ao uso dos diversos dispositivos digitais.


Dada a abrangência e vigor dos processos tecnológicos digitais na vida das pessoas, é leitura recomendada para mães, pais, crianças, adolescentes, educadores, gestores organizacionais, psicólogos, profissionais de saúde e todos aqueles que buscam a melhor adequação possível ao mundo digital, sem deixar de usar seus recursos já presentes nos dias de hoje e para poder assimilar a intensificação que está por vir.




Sumário



INTRODUÇÃO

 

CAPITULO 1. DEPENDÊNCIA DIGITAL E  DESDOBRAMENTOS 

    1.1. O QUE É DEPENDENCIA

    1.2. O QUE É DEPENDENCIA DIGITAL

    1.3. DESDOBRAMENTOS


CAPITULO 2. DEPÊNDENCIA DIGITAL NO MUNDO

     2.1.NO BRASIL

     2.2.EM ALGUNS PAÍSES

     2.3.QUADRO DE SITUAÇÃO DA DEPENDÊNCIA DIGITAL 


CAPITULO 3. TECNOLOGIA X DEPENDÊNCIA DIGITAL. 

     3.1. TECNOLOGIAS TRANSFORMAM 

     3.2. QUEM ESTA NO CONTROLE?

     3.3. TECNOLOGIA EM DUAS FACES

     3.4. MIDIA DIGITAL 

     3.5. HOMEM X TECNOLOGIA


CAPITULO 4.  NOVOS HUMANOS

     4.1. AUTONOMIA OU AUTOMATISMO?

     4.2. ROBOTIZAÇÃO OU ROBOS?  

     4.3. QUEM SÃO OS NOVOS HUMANOS


CAPITULO 5. CONVIVÊNCIA COM A DEPENDÊNCIA DIGITAL

     5.1. DEFINIÇÃO PARA CONVIVÊNCIA

     5.2. CONVIVÊNCIA E DOSAGEM PERMANENTE. 

5.2.1. Alienação humana

5.2.2. Amnésia digital

5.2.3. Ansiedade

5.2.4. Compulsão e Depressão

5.2.5. Coluna vertebral

5.2.6. DISTRAÇÕES

5.2.7. Gamemania

5.2.8. Demência Digital

5.2.9. Redes Sociais

5.2.10. Nomofobia

5.2.11. Transtornos urbanos

5.2.12. Sentimentos transformados

5.2.13. Privacidade Exposta

5.2.14. Visão comprometida

5.2.15. Sono sem qualidade

5.2.16. Radiações

5.2.17. Excesso de peso e obesidade........................... 

             5.2.18.QUADRO DE CONSEQUENCIAS NEGATIVAS

     5.3. Gestão da Dependência Digital........

     5.4. NOVOS HáBITOS    

     5.5.PARA ONDE ESTAMOS INDO? 

     5.6. PLANO DE CONVIVÊNCIA

5.6.1. MUNDO NOVO

             5.6.2. CONVIVÊNCIA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

             5.6.3. CONVIVÊNCIA PARA ADULTOS


CAPITULO 6. CONSIDERAÇÕES DE MOMENTO


O CASO CIEI


BIBLIOGRAFIA




INTRODUÇÃO



A transformação dos seres humanos através dos tempos não causa mais tanta surpresa, por mais inovadores que sejam os saltos evolutivos, a despeito dos intervalos de tempo cada vez mais curtos e consistentes. Evoluir por intermédio das tecnologias não é mais uma exceção, mas sim a regra (GONÇALVES, 2017).


Estas transformações são positivas quando colocam a humanidade em um patamar superior na qualidade de vida e também nas perspectivas de evolução. No entanto, não são apenas elementos positivos que elas geram, dependendo da forma com que as pessoas se envolvem com estas inovações tecnológicas. As tecnologias digitais do presente envolvem cada vez mais o usuário na sua dinâmica e se for um envolvimento abusivo, caracterizado não só pelo número excessivo de horas contínuas diante da tela, mas também a intensidade desmedida da conexão com as disponibilidades digitais, consequências negativas poderão ocorrer causando danos aos usuários dentro do contexto já classificado genericamente como dependência digital.


A Dependência Digital vem sendo discutida em várias partes do mundo em função dos transtornos que ela provoca a partir do uso abusivo das mídias digitais, com agravantes para crianças e adolescentes. Os avanços sobre o fenômeno social da Dependência Digital são muitos, particularmente em países como EUA, Reino Unido, Japão, China e Coreia do Sul, mas ainda insuficientes para apoiar os seres humanos de hoje sobre a melhor forma de conviver na velocidade com que os hábitos digitais evoluem.


Apesar do valor acadêmico e prático dos estudos, da realização de pesquisas, publicação de artigos e livros elaborados até hoje sobre o assunto, uma grande lacuna persiste que é abordar a forma como esta dependência deve ser encarada, tratada e prevenida. O reconhecimento de sua existência já é avanço, porém a disseminação de orientações para seu controle ainda são modestas e esta é a proposta central deste livro, qual seja conviver bem com a dependência digital como uma prática normal de melhoria da qualidade de vida das pessoas. A rigor, todos somos dependentes digitais, em diversos níveis, visto que o mundo é digital. Aqueles que ainda não são poderão ser um dia, porém o importante é que esta dependência não seja nociva e esteja em um nível leve que mantenha sob o controle do usuário a forma e intensidade de uso das inevitáveis e necessárias tecnologias digitais.


Antes, porém, de entrar no que chamamos de Convivência com a Dependência Digital é preciso contextualizar este tipo de dependência, situá-la no Brasil e no mundo e principalmente debater o binômio “tecnologia x dependência digital” como intrínsecos da modernidade. Nesta linha, dado que a tecnologia é o vetor que mais transforma os seres humanos ao longo de sua existência e que a humanidade continuará precisando dela para sua própria evolução, resta-nos saber usá-la. Assim, é preciso inteligência para usufruir o melhor das tecnologias digitais sem submeter-se aos danos e transtornos causados pelo uso abusivo. Apesar de tarefa complexa, dosagem e disciplina podem estabelecer uma relação produtiva e saudável para exploração e uso das tecnologias digitais que estarão presentes na vida dos humanos de forma irreversível.


Independente de ser positiva ou negativa, a dependência gera desdobramentos, em intensidade variada, assim como possibilidade de libertação em maior ou menor grau. No caso da dependência digital, a intensidade também pode ser variada, mas a possibilidade de libertação, ao que parece, sinaliza um vetor decrescente, especialmente a julgar pela última década (GONÇALVES, 2017). 


Nesta nova cena, um novo personagem emerge que é o que chamamos de Novos Humanos, explorado ainda não em toda a sua profundidade no capítulo 4, porque ele revela a realidade atual de transformação das pessoas frente à Era Digital, marcado pelo comportamento humano diferenciado e de certa forma moldado pelo mau uso das tecnologias digitais disponíveis. Entender esta condição de novo ser humano é primordial para o entendimento das pessoas neste novo contexto e com isto começar a entender o que é efetivamente a dependência digital.


No Capítulo 5, a convivência que lhe dá título, é discutida de forma prática sendo demonstrada na forma de sugestões de dosagens permanentes das práticas que podem minimizar os efeitos da dependência digital como um transtorno que é. Além disto, o seu gerenciamento, os novos hábitos decorrentes da digitalidade cada vez maior, uma perspectiva sobre para onde estamos indo e principalmente uma proposta de um Plano de Convivência, são apresentados separadamente entre convivência para crianças e adolescentes e convivência para adultos.


O que pode diferenciar este trabalho é, efetivamente, a perspectiva educativa que ele fornece como instrumento orientador da forma de uso das facilidades tecnológicas que decerto ainda crescerão em profusão, definindo um comportamento humano mais resistente aos desdobramentos não positivos. A visão prospectiva para o futuro leva a crer que as mudanças serão cada vez mais intensas e significativas na mudança de comportamento dos seres humanos. É preciso ter-se a consciência de que o futuro está cada vez mais perto de nós diferentemente de tempos passados quando esta palavra nos trazia uma sensação de distanciamento a nos afastar da preocupação de ter que conviver com ele.


Por fim, ao final do livro, descrevemos algumas considerações de momento, sempre com o receio de intitulá-las como “finais” devido à volatilidade, velocidade e instantaneidade que nos impõe a Era Digital à vida humana. 

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